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Favoritos: livros

Uma das coisas que mais gosto de fazer é ler. Acho que herdei esse hábito dos meus pais desde nova e espero que meus filhos gostem também. Papai me dizia pra eu comprar um livro sempre que fosse possível e hoje não é diferente. Muito pelo contrário.


Um professor da faculdade de Jornalismo me apresentou o site da Estante Virtual e eu fiquei louca! rsrs E é tipo Bis: “não dá pra levar um só”! Lá eu encontrei, por exemplo, um livro da editora Senac que já não achava mais em lugar nenhum! Há anos eu procurava esse livro e estava esgotado nas lojas e sites. Mas, lá, finalmente achei e por um preço maravilhoso. O lance da Estante é que a maioria é livro seminovo. Já comprei três e estavam em perfeito estado.


A vontade é de comprar mais, porém eu estou tentando me disciplinar e não comprar mais nenhum até que eu leia os que tenho em casa (e são vários!!! :/). Que desafio!! Mas, mesmo assim eu já quero mais um monte, por isso fiz a listinha básica das próximas comprinhas (não necessariamente nessa ordem):


1. Amor líquido; Modernidade Líquida… Zygmunt Bauman

O autor faleceu no dia 9 de janeiro deste ano e eu só o “conheci” ano passado, graças a outra professora da faculdade, a Chris, quando estudamos uma das cartas da obra “44 cartas do mundo líquido moderno” e me instigou a conhecer mais da obra desse pensador.























2. A experiência do lar (Devi Titus)

Esse é para as belas, recatadas e do lar. Rs Resumidamente, é um livro sobre a importância de valorizar o lar e os hábitos familiares. Depois que assisti algumas ministrações sobre o assunto nos congressos de mulheres do Diante do Trono, minha percepção e entendimento sobre o assunto mudaram completamente (para melhor). Os vídeos estão disponíveis no YouTube (por volta de 1h22min). Infelizmente, o livro está esgotado em alguns sites.


3. A experiência da mesa (Devi Titus)

É um recorte do livro anterior.

“A correria do dia a dia e uma agenda cheia de atividades têm interferido em um dos momentos mais importantes que se pode ter em família: a hora das refeições. A questão não é a alimentação em si, mas o compartilhar entre as pessoas, o investimento nos relacionamentos que a mesa nos proporciona. Devi Titus desvenda a importância da mesa nas Escrituras e compartilha com você a bênção de se investir nestes momentos em família, com amigos e pessoas queridas, na construção de relacionamentos mais fortes e sadios.”




4. Sapatos (Linda O’Keeffe, 2012)

Pequeno, mas valioso.




5. As engrenagens da moda (Marta Kasznar Feghali e Daniela Dwyer, 2010)

“Em As engrenagens da moda, Marta Kasznar Feghali e Daniela Dwyer retratam com precisão cada ‘peça’ dessa complexa estrutura, começando pela história, atravessando a questão tecnológica, chegando às descrições de cada ocupação profissional e dando dicas sobre as melhores oportunidades de trabalho e de negócio.”



6. O Império do Efêmero: a Moda e Seu Destino Nas Sociedades Modernas (Gilles Lipovetsky, 2009)

Esse é um clássico!



7. Breve história da moda (Denise Pollini, 2007)

Esse eu descobri durante minha pesquisa pro TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) e gostei muito da linguagem fácil e acessível da autora. “Pouco tem a ver com a aparente banalidade que marca o mundo fashion de nossos dias, no mero glamour dos desfiles. A busca da elegância e da beleza sempre representou relações sociais ricas e profundas, como nos mostra esse livro, que traça, com solução e riqueza de detalhes, uma ‘Breve história da moda’.”




8. Sistema da Moda (Roland Barthes, 2009)

Esse é outro título que está na lista das referências bibliográficas para o TCC. “Em O sistema da moda, Roland Barthes elabora uma análise semântica do vestuário a partir de artigos da imprensa, examinando a estrutura e o significado do discurso sobre a moda. Barthes desvenda um sistema de significações e a submete pela primeira vez a uma verdadeira análise semântica: como os seres humanos constroem sentido com o vestuário e a fala? Este livro, que se tornou um clássico, é um dos exemplos mais brilhantes de aplicação da semiologia a um fenômeno cultural.”



9. Cool Hunters (Marta Domingues Riezu,2011)

O que é e o que não é cool no século XXI? Quem dita as tendências e onde elas nascem?Para encontrar o cool, é necessário saber o que e onde procurar. Daí nasce a figura do coolhunter, que deve ser capaz de encontrar uma boa ideia escondida em uma simplicidade cotidiana e estar sempre atento às informações que mais atingem as pessoas, em qualquer meio, sejam as novas tecnologias de consumo, a internet, o movimento juvenil seja a cultura pop. A partir da experiência da autora, este livro discute como as grandes empresas, que precisam de permanente atualização, requerem os serviços desses ‘visionários’.

A partir de R$ 39,90, na Estante Virtual


E ainda tem mais! rsrs


 

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